Ubirajara Coutiho Viana

Contato: biraviannap@hotmail.com

aminha historia de música ecletica. cantei MBP. arrocha . e pagode ja participei no concurso de musica . ja cantei em coral. ifba. fiz parceira com beto jamaica musica composiçaõ tchau tchau mamãe e outras música. e outros autores . ja gravei cd com parceria. com mazinho poesia. ja fui gravrado por nossa juventude . banda karamba na cara . em varença. e outras bandas etc

bira vianna
Bobagens e Loucuras
Bira Vianna
bira vianna
Não Vou Chorar
Bira Vianna
bira vianna
Sub Mundo
Bira Vianna

THIAGO BELO JENDE

Contato: BVEAODE@GMAIL.COM

A banda Búfalos Vermelhos e a Orquestra de Elefantes, formada em 2013, com uma formação inusitada com dois integrantes. Formada pelos irmãos Thiago Jende (Voz e Bateria), Jamil jende (Guitarra e Backing Vocal).
Com pouco tempo de existência a banda já lançou um EP em 2014, com quatro musicas autorais, pelos selos independentes Brecho Discos e Bigbross Records, foi selecionada pelo projeto cultural Espaço Dona Neuza, fazendo show no projeto Domingo de Cabeça pra Baixo, tocou no Festival Bigbands 2014 e no projeto Quanto vale o show? do produtor Rogerio Bigbross.

BÚFALOS VERMELHOS E A ORQUESTRA DE ELEFANTES
Mulher Kriptonita
Búfalos Vermelhos E A Orquestra De Elefantes
BÚFALOS VERMELHOS E A ORQUESTRA DE ELEFANTES
Chão Pisado
Búfalos Vermelhos E A Orquestra De Elefantes
BÚFALOS VERMELHOS E A ORQUESTRA DE ELEFANTES
Olhos Virados
Búfalos Vermelhos E A Orquestra De Elefantes

Adriana Fátima Silva Antonio

Contato: eletronica.2012@hotmail.com

SOU CANTORA GOSPEL , TENHO 3 CDS GRAVADOS, SOU COMPOSITORA, JA ESTIVE LOUVANDO EN EVENTO COM REGES DANESES, E GERSOM RUFINO E OUTROS MAIS, ESTOU A PROCURA DE ESPAÇO PRA MOSTRAR O MEU TRABALHO.AQUI APRESENTO O MEU FACEBOOK https://www.facebook.com/cantoraadrianaantonios https://www.youtube.com/watch?v=iw7eJJDAgPo https://www.youtube.com/watch?v=iw7eJJDAgPo https://www.facebook.com/cantoraadrianaantonios/media_set?set=vb.100001119080793&type=2

cantora adriana antonio
História Mudada
Adriana Antonio
cantora adriana antonio
É só Glória
Adriana Antonio
cantora adriana antonio
Estou Contigo
Adriana Antonio

Cassio Leonardo Nobre de Souza Lima

Contato: cassionobre@gmail.com

Músico, compositor, diretor e produtor musical, etnomusicólogo, nascido em 1977 em São Luiz/Maranhão, e radicado em Salvador/Bahia desde 1987. Como músico, tem larga experiência na área de execução, composição, gravação, direção musical e produção musical, atuando desde 1993 ao lado de diversos artistas e grupos, e desde 2003 em carreira solo, com inúmeras apresentações no Brasil e no exterior (Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Gâmbia, Grécia, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, Portugal, Senegal). Acompanhou diversos artistas da música popular da Bahia, tais como Raimundo Sodré, Xangai, Samba Chula de São Braz, Lazzo Matumbi e Elomar. Também tocou com bandas e artistas representativos do rock baiano, tais como Dois Sapos e Meio, Márcio Mello, e Rebeca Matta.

Desde 1998, trabalha com criação de trilhas sonoras para vídeo, espetáculos de circo, dança e teatro, tendo participado de projetos premiados em mostras e festivais nesta área, no Brasil e no exterior. Dedica-se também, desde 1999, à pesquisa e ao registro audiovisual de manifestações trans-culturais, e transformações musicais nas culturas populares e tradicionais, principalmente no Brasil, América Latina e África. Como etnomusicólogo (Mestrado em Etnomusicologia pela UFBA, 2008; Doutorando em Etnomusicologia pela UFBA, desde 2013), vem desenvolvendo, desde 2005, projetos de pesquisa e produção cultural em comunidades tradicionais afro-descendentes na região do Recôncavo Baiano. Publicou artigos em revistas e anais brasileiros e internacionais, incluindo um capítulo em livro sobre cultura afro-brasileira (Prêmio Palmares 2010), além de ter participado de congressos nacionais e internacionais de pesquisas sobre música.

Desde 2003 trabalha também como produtor e diretor musical em gravações de CD e projetos de circulação de shows de música popular brasileira. Produziu e lançou 3 obras musicais de sua própria autoria: o CD “Ultima Pele” (através do Programa BNB de Cultura 2006); o CD “Viola de Arame” (através do Fundo de Cultura da Bahia 2010); e o álbum digital “Larvamigra” (através da Bolsa Funarte de Produção para Internet 2010). Seu próximo trabalho autoral – o CD “Couraça” – tem lançamento independente previsto para 2014.

De 2011 a 2014, atuou como Coordenador de Música da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), órgão vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT-BA), sendo o responsável pelo planejamento e coordenação de programas de fomento a música no estado da Bahia, tais como o Programa Mapa Musical da Bahia, o Programa de Apoio as Filarmonicas da Bahia, o Programa de Qualificação em Música do Centro de Formação em Artes da Funceb e o Programa Bahia Music Export.

Cassius Cardozo Batista

Contato: cassiuscardozo@yahoo.com.br

Formação

Composição e Regência – Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Música – Técnico em Instrumento (Violão) – Escola Manoel Novaes.

Experiência Profissional

Professor de Percepção musical, instrumento e prática de grupo (Direção musical).
Pracatum (Associação Pracatum Ação Social) 2001/2003.
Banda Tribo Candeal
Banda Pracatum
Grupo de Flautas

Professor na oficina de flauta e canto coral realizada no ano 2000 – sob a direção do maestro Sérgio Souto.
Liceu de Artes e Ofícios
Grupo de Flautas

Experiência Internacional

Boston/Ano Watson/Haverford College
Projeto (EUA) que escolhe 50 estudantes de todo país, para pesquisa e realização de projetos fora dos Estados Unidos, com duração de um ano.
Foi o arranjador, diretor musical e programador das canções que foram apresentadas pela cantora francesa, radicada em Boston, Kira Intrator ao final do seu projeto, que passou pela Índia, Egito, Japão, Turquia, chegando ao Brasil para concluir o Ano Watson.

Miami/Flórida
Show “No coração da Bahia” In Bahias’s Heart. Show que teve como ponto de partida o show Gil e os Quatro cantos, no TCA, comemorando 60 anos da Construtora Norberto Odebrecht. Cassius Cardozo,foi músico convidado a participar do espetáculo apresentado no Knight Concert Hall, no Carnival Center for the performing Arts.

Flórida/EUA
Intercâmbio cultural com a New World School of Arts, uma das mais importantes escolas de dança, artes e música da Flórida.

Caribe – Encontro dos grupos Afroreggae e banda Pracatum. Cassius Cardozo é o autor da letra “Meu Coração” que fala da comunidade do Candeal Pequeno. Foi apresentada no encontro dos grupos musicais no Caribe.

Cursos

Samba Reggae/ Workshop com Ramiro Mussoto – história, escrita, execução,levadas, formação de grupos, afinações, etc. (AMBAH)

Trilha Para Teatro – Concepção, Composição e Execução – músico/percussionista,
Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Master Class de Violão – ministrado pelo professor Henrique Pinto, com apoio do Instituto de Música – Universidade Católica do Salvador (UCSAL) e do Instituto Anísio Teixeira (IAT).

Seminário “Folclore em Questão“ – Universidade do Professor – Faxinal do Céu – Pinhão – Paraná – BR
Percussão – Pandeiro/Berimbau – execução e escrita – (UFBA)

Projeto Arte no Campus (UFBA)

Outros Conhecimentos

Informática:

Word
Excel
Power Point
Internet
Outros.

Informática na música:

Softwares e hardwares musicais e de áudio
Finale
Acid Pro
Vegas
Sound Forge
Reason
Cdex…
Programas de gravação, edição, mixagem e masterização.

Teatro

A Ver Estrelas – Dirigida e musicada por João Falcão. Atuou como violonista, no processo de ensaios, do premiado espetáculo infanto-juvenil. No elenco, Vladimir Brichta, Marcelo Flores, Renata Celidônio, Cristiane Mendonça, João Miguel, Rose Anias, Priscila Alpha e João Perene.
A Exceção e a Regra (Bertold Brecht) – Direção de Marcio Meirelles. Atuou como músico, compositor e arranjador nas apresentações da temporada de leituras dramáticas. No elenco, Lázaro Ramos, Petrovich, Rui Mantour e outros.

Do Olimpo ao Reggae – Direção de Agnaldo Lopes. Atuou como músico/violonista.

O Casamento Suspeitoso – (Ariano Suassuna) – Direção de Fernanda Paquelet. Atuou como músico.

Shows/Outros

“Para Sempre Elis” – homenagem a Elis Regina no teatro ACBEU. TVE/BA.

Projeto Novo Canto – Com o Octeto Sai do Canto e Carlinhos Brown.

Pro Mundo Inteiro Ouvir – com o grupo Menos Um no Quartetto.TVE/BA.

Produção de CDs

Cantigas de Infância – projeto de canções infantis , que foram recolhidas pela psicóloga Christiana Fausto, com partituras elaboradas pelo maestro Fred Dantas. Participou como arranjador e diretor musical. Projeto aprovado em edital conteúdo de digital.

Menos Um no Quarteto – Foi o produtor musical do CD “COMPACTO”, aprovado em edital Fundo de Cultura, Governo do Estado da Bahia.

Balé TCA – Trilha para espetáculo “Zulmira” direção de Rino Carvalho, baseado
na A Falecida de Nelson Rodrigues.

cassius cardozo
Beleza de Sobra
Cassius Cardozo
cassius cardozo
Samba LP
Cassius Cardozo
cassius cardozo
Sambar e Saber
Cassius Cardozo

 

Eber Riveros Arellano

Contato: chocolateriveros@gmail.com

FORMAÇÃO

– Autodidata desde os quatro anos de idade.
– Conservatório de Lima (Peru) – 1993-1994
– Conservatório de Caracas (Venezuela) – 1995-1996

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR

– Cultural Industries / Music Workshop no evento Artists in Development – Creativity workshop promovido pela UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization), em Salvador, de 28 de março a 11 de abril de 2003;
– Músico reconhecido pela Embaixada Peruana.

workshops

26 – 31 de maio de 2014
Workshow de percussão afro-peruana/ afro-latina
EstudioL / Recife

03 de abril de 2013
Workshow de percussão afro-peruana
Sala do Batuque / São Paulo

12 de abril de 2012
Workshow de percussão afro-peruana
Escola de Música – Núcleo de Percussão – UFBA / SSA-BA

27 ao 29 de Janeiro 2012
Workshops de Salsa e percussão afro-latina
Congreso SalsaZouk Fortaleza

09 de abril de 2008
Workshow de percussão afro-peruana
Universidade Livre de Música (ULM) – Unidade Luz / São Paulo

Março de 2007 a abril de 2008
Projeto experimental de Percussão Afro-Peruana
ONG – Sambatá / São Paulo

Abril de 2007 a Maio de 2007
Curso de percussão latino-americana (Venezuela, Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Uruguai)
SESC Consolação / São Paulo

Março de 2007 a Junho de 2007
Curso livre de musica Afro-Peruana
Universidade Livre de Música (ULM) / Unidades Luz e Brooklin / São Paulo

16 e 18 de outubro de 2006
Workshop de percussão afro-peruana no II Encontro de Percussão do Centro Tom Jobim
Universidade Livre de Música (ULM) / Unidades Luz e Brooklin / São Paulo

07 a 16 de agosto de 2003
I Workshop de Arte Flamenca “Noções básicas de ritmos flamencos – palmas, cajon e sapateado”.
Escola Caballeros de Santiago / Salvador / Bahia

Fevereiro a junho de 2003
Curso noturno de percussão
Escola Pracatum / Salvador / Bahia

Fevereiro a setembro de 2002
Cursos de percussão teórica e prática
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) / Salvador / Bahia

Julho a outubro de 2001
Curso de percussão
Grupo Cultural Bagunçaço / Salvador / Bahia

Abril a novembro de 2001
Curso de percussão
Escola Pracatum / Salvador / Bahia

Novembro de 1999
Taller de musica afro-peruana
Centro Cultural Omar Quintana / Porto Alegre / Rio Grande do Sul

13 a 17 de outubro de 1999
Taller de musica afro-peruana
Universidade Federal de Santa Maria / Santa Maria / Rio Grande do Sul

17 de agosto de 1999
Taller de musica afro-peruana
Complejo Multicultural Mundo Afro / Montevideo / Uruguai

09 a 16 de julho de 1999
Taller de musica afro-peruana
Tercero Encuentro Nacional de Teatro Popular – TINKU `99 / Tucumán / Argentina

De abril a julho de 1999
Aulas de dança e música em diversos colégios e universidades.
Cidades: San Salvador de Jujuy, Salta, Tucumán, Yerba Buena / Argentina

– Percussionista, inserido em trabalhos de renomados grupos e artistas de São Paulo, como a orquestra Heartbreakrs, dirigida por Guga Stroeter, a banda Timba-Jazz do pianista cubano Yaniel Matos e a orquestra de salsa do baixista panamenho Edwin Pitre.

– Em outubro de 2006, participação no Festival Brazil Latin Jazz com a orquestra nova-iorquina de Frankie Morales (cantor do legendário Tito Puente), tocando junto a Eddie Montalvo (percussionista de Hector Lavoe e Ruben Blades), Sergio “Chino” Ramos (percussionista) e Kevin Rodriguez (piano).

– Apresentações da banda Bus Latino em São Paulo no SESC Pompéia, Avenida Club, Restaurante Fidel, Bar Cubano Baila Caribe, Conexion Caribe, Aman e CB Bar.

– Turnê pela Turquia, entre maio e novembro de 2004, com a banda Bus Latino, pelo complexo hoteleiro Magic Life.

– Apresentações da banda Bus Latino na Bahia no Complexo Hoteleiro Costa de Sauípe, nas festa temáticas latinas “Tequila, Limón y Salsa”; na SACI (Semana de Arte e Cultura de Imbassaí); no Restaurante Jerimun Café em Imbassaí; no Restaurante Mexicano Cien Fuegos; na ParaDinha Gay, realizada pela produtora Luzia Moraes; no espaço Cultural Casa da Mãe; Aeroclube Plaza Show, Bar e Restaurante Las Margaritas, Quereres Bar e Espaço Cultural Raul Seixas.

– Apresentações da banda Los Cajones de Chocolate Riveros em São Paulo na Universidade Livre de Música (ULM), Comemoração do Dia da Consciência Negra no Parque Trianon e Pod Festival no Grazie a Dio, Embaixada do Perú em Brasilia.

– Apresentações do Grupo Macajon em Salvador/Ba no Projeto da Kissukilas, Galpão Cheio de Assunto do percussionista Peu Meurray, V Mercado Cultural, Workshop Cultural Industries da UNESCO, 2o Festival Internacional de Música e Espetáculo de Rua da Bahia, Aeroclube Plaza Show, Programa de Música Popular da Escola de Música da UFBA (EMUS), Espetáculos Dom Quixote e CASACA no Festival Flamenco Bahia 2001 no Teatro Jorge Amado.

– Apresentações do Grupo Teatro Del Ritmo no Centro Cultural Omar Quintana (Porto Alegre/RS), Teatro Caixa Preta (UFSM, Santa Maria/RS), Sala Cultural de Santana do Livramento (RS), Teatro Municipal de Rivera (Uruguai), Complejo Multicultural MundoAfro (Montevideo / Uruguai), Províncias de Jujuy, Salta, San Miguel de Tucumán, Yerba Buena (Argentina) e Ave Sol Espacio Cultural-Literario (La Paz / Bolívia)

GRAVAÇÕES

Disco Bahia do Mundo Mito e Verdade / Carlinhos Brown (2000)
Faixa 07 “Cearabe” (Carlinhos Brown)

Disco Paradeiro / Arnaldo Antunes (2001)
Faixa 11 “Cidade” (Arnaldo Antunes)

Trilha sonora para Balé Teatro Castro Alves (2002)
Espetáculo Pracatum – Entrevolto Eletrovalsa Roots

Disco Pérolas aos Poucos / Zé Miguel Wisnik (2003)
Faixa 12 “Presente” (Zé Miguel Wisnik cantada por Elza Soares)

Disco Belpa / Belpa Mariani 2011
Faixa 3 “Ainda Bolero” (Márcio Valverde/Nélio Rosa)

EXPERIÊNCIA COM GRUPOS E PROJETOS CULTURAIS

De 2011 a 2012
Tequila, Limón y Salsa…Uma Festa Latina
Direção artística e produção da festa temática latina com periodicidade quinzenal, em parceria com a produtora cultural Greice Zago.

De 2001 a 2012
Banda Bus Latino
Direção musical e produção da banda de ritmos latinos, surgida em Salvador/Ba, com passagens em turnês internacionais (Turquia, Grécia e Alemanha) e nacionais (São Paulo e Rio de Janeiro).

De 2006 a 2009
Chocolate Riveros e Los Cajones
Orquestra de percussão de madeira, incluindo cajones peruanos e suas variantes, surgida dentro da ONG Sambatá, com a proposta de difusão do cajon peruano em São Paulo.

De 2001 a 2006
Macajon
Orquestra de percussão de madeira, incluindo cajones peruanos e suas variantes, surgida dentro do Projeto Pracatum do músico Carlinhos Brown, com a proposta de inclusão social e difusão da música afro-peruana em Salvador/Ba.

Em 2001
Grupo Cultural Bagunçaço
Direção das bandas Dilatason e Sucatamania da ONG destinada à inclusão social de jovens através do atrativo da percussão com instrumentos reciclados, baseada na solidariedade e no sentimento de grupo pautado nas suas próprias manifestações artísticas, em Salvador/Ba.

De 1996 a 2000
Grupo Teatro Del Ritmo
Comunidade itinerante composta por artista de diferentes nacionalidades sul-americanas com a proposta de divulgar a cultura afro-peruana através da música, teatro e dança por toda América do Sul.

chocolate riveros
Desencuentros
Chocolate Riveros
chocolate riveros
Merenguito
Chocolate Riveros

Clécia ´Maria Aquino de Queiroz

Contato: cleciaqueiroz@gmail.com

Voz macia e doce, performance sofisticada e energia contagiante no palco, a cantora baiana Clécia Queiroz vem desenvolvendo uma das carreiras mais promissoras da música de sua terra que passa distante da urgência dos trios elétricos. Seu trabalho tem ritmos autênticos da Bahia e traz referências ao Candomblé. É música que procura se embrenhar na cultura local, revisita o berço, mas busca estar antenada com a modernidade.
Além de cantora e compositora, Clécia é dançarina, atriz premiada com alguns dos maiores troféus da sua terra e respeitada pesquisadora da cultura afro-baiana, com mestrado em Performance Arte realizado na Howard University – EUA. Entre seus mestres, teve as professoras de canto Nancy Miranda e Graça Reis (Brasil), Maria João Serrão (Portugal), Connnaitre Miller e Grade Tate (EUA). Teve também os diretores teatrais Bia Lessa, Cacá Carvalho, Fernando Guerreiro, Márcio Meirelles e os internacionais Maria João Serrão (Portugal), Harald Weiss (Alemanha), Steven Wasson (Eua), Corine Soum (França),
Seu primeiro show, intitulado “Blue Moon” realizado em 1994, rendeu-lhe quatro indicações para o Troféu Caymmi. A partir daí, sua carreira seguiu em ritmos sempre ascendentes e culminou com o disco Chegar à Bahia, lançado em 1997, através do Prêmio Copene de Cultura e Arte. Em Salvador fez shows em vários teatros e projetos como o Petrobrás de Música, Sua Nota é um Show, Música no Parque e Espicha Verão. Clécia tem trilhado um caminho por importantes espaços de cidades brasileiras, a exemplo do Teatro Crowne Plaza, Sesc Pompéia e Ipiranga e Caixa Cultural em São Paulo, Teatro Guaíra em Curitiba e Teatro Rival no Rio de Janeiro, com boa repercussão de público e da crítica especializada. Vem desenvolvendo também uma carreira internacional, tendo participado de importantes mercados culturais na Espanha e Estados Unidos, a exemplo do Festival Vic Barcelona e The African Marketplace Festival.
Entre 2003/2004, Clécia criou e desenvolveu, com sucesso em Salvador, o Projeto Casa do Samba, com shows semanais, chamando atenção para o samba de roda da Bahia – recentemente considerado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade – e até então pouco praticados pelos artistas baianos.
Seu último trabalho, o show Samba de Roque, tem como base o CD homônimo, em homenagem ao compositor Roque Ferreira, um dos maiores sambistas baianos, que mais tem contribuído para a recriação e preservação do samba de roda. Samba de Roque foi apresentado em diversas cidades baianas e no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, sempre recebendo excelente críticas do público e da imprensa especializada. Clécia está lançando seu quarto CD – Quintais.
PRÊMIOS E/OU INDICAÇÕES A PRÊMIOS
? Caixa Econômica Federal – Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural em 2010 (Ritos Produções – Show Samba de Roque)
? Mensão Honrosa da Pós Graduação – Howard University – Aluna exemplar da Divisão de Artes e Humanidades curso de Pós Graduação de 2006
? Bolsa de Mestrado nos Estados Unidos – Concurso Nacional Programa Bolsa da Ford Foundation – 2003
? Prêmio Copene de Cultura e Arte – Categoria Música – 2º. Semestre 1996
? Troféu Caymmi Ano IX – indicação como melhor intérprete – Show “Blue Moon”.
? Troféu Bahia Aplaude – premiação como melhor atriz – Espetáculo de Imagens Musicais “Ade Até”.
? Troféu Bahia Aplaude – indicação como melhor atriz – 1º. Semestre de 1997 – Espetáculo Musical “Abismo de Rosas”.

ALGUMAS CRITÍCAS
Verdadeira baiana, Clécia Queiroz mexe, remexe, dá nó nas cadeiras e revira os olhinhos – como diz o samba de Geraldo Pereira (1918 – 1955) – ao mostrar no palco o repertório de seu CD Samba de Roque. Por ser também atriz e dançarina, a cantora domina a cena com teatralidade e vivacidade, contagiando o público que teve o privilégio de assistir ao primeiro show de Clécia Queiroz em terras cariocas.
Notas Musicais (RJ) – Mauro Ferreira – 13.11.2010

“Baiana como Roque, Clécia criou uma obra que se candidata a referência para os que desejam conhecer melhor a obra deste grande autor. Com arranjos eficazes (…), a música de Roque flui como numa roda de samba armada sob o teto de uma quadra ou sob o luar, num terreiro protegido por árvore fartamente frondosa. O canto de Clécia se mostra categórico ao sabor dos versos de Roque. Desde o samba mais candente ao mais cálido, a intérprete seduz pela simplicidade e pela sobriedade com que se entrega ao ofício, quase devoto, de apresentar músicas pelas quais demonstra amor incondicional. Assim, com repertório selecionado por ela e por Vitor Queiroz, Clécia brilha.”
Coluna Aquiles Rique Reis (músico e vocalista do famoso grupo MPB4) – Diário do Comércio (SP) – 19.03.2010

“Além dos sambas de roda, Clécia suinga deliciosamente por outras cadências afro-brasileiras, levadas na palma da mão, como ijexá, maxixe, samba angolano e samba-chula. (…) A voz e o empenho de Clécia na interpretação desse universo são contagiantes.”
Lauro Lisboa, Estado de São Paulo 26.02.2010

Longe de ser um tratado afro-baiano, “Samba de Roque” é uma leitura, por uma boa cantora, cercada de bons músicos, de uma obra que não carece de traduções literárias, porque as melodias e sonoridades da obra de Roque Ferreira falam por si sós.(…) É um disco que vale a pena ser ouvido.
João Pimentel – O Globo – 18.02.2010

Clécia Queiroz canta sorrindo. A voz sai despretensiosamente solta e doce, no compasso contagiante do samba(…)Samba de Roque é um convite ao samba no pé.
Cláudia Lessa, jornal A Tarde – Salvador. 24.08.2009

“Timbre aveludado, que se detém na MPB mais nobre, sem sombra de axé music ou congêneres. Se é indispensável uma referência no panorama atual, essa voz lembra, num primeiro momento, a de Zizi Possi. Mas é uma questão de tempo afinar os ouvidos para reconhecer o colorido da própria Clécia Queiroz. O roteiro do show recheado de canções eternas. Sobretudo, é bom ficar atento a uma emocionada interpretação de “Diplomacia”, pérola do inesquecível Batatinha.”
Álvaro Machado – Guia da Folha de São Paulo – 07/04/2000

“Voz doce e afinada, a cantora baiana estréia com força. Nada de axé, que Clécia é antenada e navega em outras e mais tranqüilas sonoridades. Sempre com o som afro bem destacado. Ela faz aquela música mais requintada que as rádios adoram não tocar, sambas de rodas, romantismo sem lugares-comuns e outras levadas em 14 faixas bem concisas, duas dela mesma. O repertório é de primeira e a cantora sabe o que quer.”
Vilmar Ledesma – Diário Popular – São Paulo – 10/04/2000.

Mauro Dias – O Estado de São Paulo – 06/04/2000
“Ênfase na percussão orgânica, na sonoridade delicada, no baixo quase sempre em primeiro plano entre os instrumentos. Na voz, um tanto de blue notes, mas nada a ver com o anasalado irritante das cantoras de axé”.

Luís Antônio Giron – Gazeta Mercantil – São Paulo/SP – 15/10/99
“Uma cantora de virtudes com voz muito agradável e interpretação mais profunda que muita cantora consagrada.”

Iza Calbo – Jornal A Tarde – Salvador/Ba – 19/08/97
“Chegar à Bahia é mais que chegar, é voltar à Bahia que canta sem barulho, que ama os trios elétricos no carnaval, mas que sabe o significado de melodia e harmonia o resto do ano”

Clécia-Queiroz
Chulas medley
Clécia Queiroz
Clécia-Queiroz
Ossum Inaê
Clécia Queiroz
Clécia-Queiroz
Morango e Nata
Clécia Queiroz

Diogo Reyes da Costa Silva

Contato: paradoxo@gmail.com

O Coletivo Invisível é um grupo que realiza música a partir da elaboração, transformação e utilização de elementos de música eletrônica e acústica (principalmente percussão e sopro). É um projeto de pesquisa musical onde as construções sonoras se encontram numa ambientação dramática, imersiva e introspectiva, valendo-se de materiais sonoros diversos e experimentais, como as sonoridades frequentemente encontradas na música nordestina e as texturas e efeitos da música eletrônica. O grupo conta com diversas apresentações e com três membros permanentes, mas usualmente se apresenta com músicos e DJs convidados.

Diogo Reyes Silva (DJ Bone):
Dj Bone é uma veterano no cenário do nordeste brasileiro, DJ profissional desde 2002 e produtor musical desde 2004, com releases digitais e físicos em variadas vertentes da música. Tendo se apresentado, discotecando ou com projetos de produções próprias, em diversas casas noturnas, teatros, festas e festivais de música eletrônica. Suas influências e trabalhos se concentram em vertentes underground do psychadelic trance, bem como na música experimental, ambient, vertentes da música eletrônica ligadas ao jazz, como o acidjazz, jazzfusion e trip-hop. Com atuação constante na cena soteropolitana, é membro, desde 2004, do coletivo Soononmoon e desde 2012 da Forest Family. Assina pelo selo independente Bhootheswara Records da Macedônia, desde 2006, e também trabalha com as gravadoras brasileiras Olotropo Records e Grimm Records. Além disso é fundador, desde 2005, do Coletivo Invisível e seus outros projetos incluem, Mangroove (Full-on com influências de Suomi trance), Osso (Ambient/Dub/Experimental) e Igboogã (Forest/Darkpsy).
Entre eventos e apresentações podemos destacar: Universo Paralello Festival, Zuvuya Festival(Luziânia-GO),Terra em Transe Festival(Jaguaripe-BA), Pulsar e Pulsar Festival(Salvador), Synesthesia Festival (Fortaleza-CE), Festival Fora do Tempo (Carolina-MA), Forest Family (),Digitália, Aurora (Salvador), After Dreams (Porto de Galinhas-PE), O Brilho (Recife-PE). Também participou da turnê carioca do compositor mineiro Antônio Santanna. Com muitas apresentações em casas noturnas e de espetáculo, como Zauber, Miss Modular, Boomerang, Teatro do SESI(todos em Salvador), Ventana (Arequipa-Peru), Espaço Rio Carioca, Teatro Odisséia e Atlântico (todos no Rio de Janeiro).
Tem trabalhos também com trilhas sonoras e edição de áudio, incluindo os filmes “Juventude e Meio Ambiente”(2007) e “Uma Árvore Bonita”(2012), as peças de teatro, “Troca a cena”(2006) e “Passarinhando”(2007), “Salomé, de Oscar Wilde” (com o Coletivo Invisível, 2009), “Depois do Fim”(2010) e “Engenho K”(2011). O espetáculo de dança “Instantâneo” (2011) e ainda a exposição interativa “No Eito da Cana” (2008).

Ráiden Santos Coelho:
Músico, multi-instrumentista e professor de música, atua no cenário nacional e internacional desde 1997. Licenciado em Música pela Universidade Federal da Bahia e especialista em educação pela Universidade do Estado da Bahia, atualmente é mestrando em música pela Universidade de Brasília. É professor de música da rede pública municipal de Salvador-ba e professor-tutor de música da Universidade de Brasília. Como multi-instrumentista (saxofones, flautas, violão e percussão), compositor e diretor musical, atua na direção, composição e execução de trilhas sonoras para teatro, dança e cinema. Em 2013 foi agraciado com o prêmio Calendário das Artes, pela Fundação Cultural do Estado da Bahia pelo projeto “Coletivo Audiovisual Invisível: concertos itinerante de música eletroacústica” e atualmente faz parte também do grupo Ifá Afrobeat. Suas áreas de interesse são Educação Musical, Educação, Cultura Popular Nordestina, Música Contemporânea Brasileira, Música Eletroacústica, Artes Cênicas, Filosofia, Tecnologias da Informação e Comunicação, Internet.

Martim Reyes da Costa Silva (percussão):
Martim, natural de Salvador, Bahia, percussionista e multi-instrumentista, bacharel em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (2009) e mestrando
em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é professor substituto de língua e literatura grega na Universidade Federal da Bahia. Entre 2003 e 2007, trabalhou na Escola Casa Via Magia com educação musical e cultura popular. Desde 2002, integra o grupo de Capoeira Angola Zimba, sedeado em Salvador, Bahia, tendo adquirido experiência e realizado pesquisas com instrumentos e ritmos tradicionais, especialmente o Berimbau. Desde 2005, é parte do Coletivo Audiovisual Invisível, com o qual realizou várias apresentações, como a temporada “Sabiá com Trevas” no Teatro Sesi Rio Vermelho, assim como as trilhas sonoras dos espetáculos “Salomé, de Oscar Wilde” e “Instantâneo”.

coletivo invisivel
Junglepeople
Coletivo Invisível
coletivo invisivel
The Teacher and The Tree
Coletivo Invisível

Armando Luis dos Santos Queiroz

Contato: contato@corodecor.com.br

CORO DE COR
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Em tempos de nomes individuais na música popular brasileira, a banda Coro de Cor traz a música em primeiro plano. Com som essencialmente brasileiro, o grupo faz um trabalho de maneira própria que prima pela qualidade e sutileza nos arranjos.

Levando a música como forma de expressão, Geysa Maiana, Bruno Maiky e Armando Lui reúnem as suas cores únicas e dessa combinação nasce o som da Coro de Cor. Com quase oito anos de existência, vem sendo bastante elogiada pelos seus shows apresentados em Salvador e outras cidades baianas.

Lançou seu primeiro álbum independente, intitulado “Singularidades”, em outubro de 2011, com repertório predominantemente autoral, no qual também estão entre os compositores Caetano Veloso, João Donato e Carlinhos Brown. Neste trabalho, percorre desde o reggae ao samba, do ijexá ao romântico sempre explorando as vozes em seus arranjos.

Vencedor do Festival de Música da Educadora FM 2012 e 2013 na categoria “Mais Votada pelos Ouvintes”, Coro de Cor, pelo quinto ano consecutivo, é selecionada para esta importante premiação baiana com a nova canção “Reafinar”.

Desde sua formação, a banda vem trilhando festivais e eventos de música pelo Brasil quando iniciou sendo finalista do III UNIFEST (2006), organizado pela UFBA. E ao longo desse período, foi selecionada para mostrar seu trabalho autoral em diversos outros como na mostra 36º FEMUCIC – Maringá/PR; no Festival ENCUT 2013 de MPB -Taubaté/SP, no qual levou o prêmio de melhor arranjo pela música “Sertão Meu”; no 43º e 44º FENAC/MG; no 37º FEMPI – Ibotirama/BA. Por dois anos consecutivos (2012 e 2013), participou da Mostra SESC de Música da Bahia. Também foi finalista do Festival de Música da Bahia, em 2010 e 2012 e foi vencedor do Festival de Música dos Bancários da Bahia, em 2009, também com “Sertão Meu”.

Coro de Cor, por onde passa, instiga o público a colorir a vida com sensibilidade, poesia e ritmo.

Armando Lui
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Natural de Amargosa/BA, Armando Lui teve como primeiro instrumento o violão aos 13 anos e com o qual, após cerca de 3 anos já começava a compor suas primeiras canções.

No ano de 1993, ainda em sua cidade natal, formou sua primeira banda chamada “Som Tropical” onde começou a adotar o baixo como seu instrumento.

Atuou por alguns anos com voz e violão nos bares de Armargosa e cidades vizinhas até sua mudança para Salvador em 1998.

Já na capital baiana, reencontrando os futuros parceiros da Coro de Cor, participou da criação da triplha musical para a peça teatral “A Torre em Concurso” montada pelo Curso livre de Teatro do SESC – Casa do Comércio com direção de Ramón Reverendo.

Em 2002 forma com Geysa Maiana e Bruno Maiky o grupo MB3 (Música Brasileira a 3) com o qual se apresentou em diversos bares de Salvador e cuja experiência foi o embrião para o nascimento, em 2006, de seu atual trabalho musical: a banda Coro de Cor. Nesta, Armando Lui atua como baixista, vocalista e compositor.

Em parceria com Bruno Maiky, produziu o CD Divulgação da Coro de Cor (2007) e o primeiro CD autoral do grupo intitulado “Singularidades” no qual assina 12 das 14 canções do álbum.

Teve composições premiadas em festivais como o Festival de Música da Educadora FM, Festival de Música dos Bancários da Bahia, Festival de Música de Taubaté-SP dentre outros.

Em 2013, participou do Curso de Qualificação Musical da Fundação Cultural do Estado da Bahia-FUNCEB para o qual foi selecionado.

coro da cor
Redenção
Coro de Cor
coro da cor
Sertão Meu
Coro de Cor
coro da cor
Reafinar
Coro de Cor

sidney oliveira lima

Contato: ney.olima@yahoo.com.br

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ESTAÇÃO CULTURA (PREFEITURA DE SALVADOR), GRAVAÇÃO DE DVD NA CASA DA MUSICA ITAPUÂ, GRAVAÇÃO DE 2 CDs INÉDITOS, show: ARMAZÉM VILLAS, ESPAÇO 17 PELOURINHO, TENDA SHOW ITAPAGIPE, ESPAÇO DO GELO ITAPAGIPE, CASA DA MUSICA ABAITE… E OUTRS…

(COMPOSITORES: ELIENE B. FONSECA & SIDNEY O. LIMA ( ney lima) www.cowboyurbanoneylima.com

cowboyurbanoneylima

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Cowboy Urbano Ney Lima
Viver Atoa
Cowboy Urbano Ney Lima
Cowboy Urbano Ney Lima
Nega do Pelô
Cowboy Urbano Ney Lima

Danilo Santana da Silva

Contato: danilosilvassa@gmail.com

Com o intuito de disseminar o amor através do reggae, na sua vertente romântica, em junho de 2011, surgiu Danilover, trazendo um novo conceito de reggae para a cidade de Salvador, um reggae que tem em sua temática básica o amor, em suas múltiplas formas. Influenciado por artistas como: Gregory Isaacs, Romain Virgo, Etana, Alboroise, Jah Cure, Gyptian e elementos da música digital jamaicana e Bass Culture. Através de suas composições, Danilover desperta sensações de amor, liberdade, respeito e bem-estar, oferecendo uma experiência única e marcante a cada expectador. No segundo semestre de 2014, lança seu primeiro disco, composto por oito músicas autorais intitulado: Poesia, Amor e Emoção.

Participações em eventos.

Rap a moda antiga
The love station
Baile SocaKuduro
Dj Reggae Night
Quintas Dancehall
Ban-k e convidados
Domingo de cabeça para baixo
Rexehxeh
A noite é delas
Baile Black Brazuka
Sonetos e Orfeu

danilover
Como Vou Viver Sem Ti
Danilover
danilover
Era Você
Danilover

Davi Melo de Azevedo

Contato: davizews@hotmail.com

2010 – Tudo Vai Mudar (Davi Zew’s, produzido por André t, Davi Zew’s e Fábio Cascadura, Salvador-BA)

2010 – Palco do Rock (Davi Zew’s

2011 – Everything Will Change (Davi Zew’s, Tokyo, Japão)

2012 – Brazilian Day Tokyo (Davi Zew’s)

2013 – Cruzando os Sete Mares (Davi Zew’s, Tokyo, Japão)

2013 – Música tema do Festival de Cinema Brasileiro (Tokyo, Japão)

2014 – Os Dias D’ Glória (Davi Zew’s, Tokyo, Japão)

2014 – Brazilian Day Tokyo (Davi Zew’s)

2014 – Vencedor do Press Awards Japão (Davi Zews, Melhor CD de Música Brasileira)

Links:
Website: www.davizews.com
Press Awards: http://surprise.ly/v/?xBPcPeB51vA:425:486:0:100
Youtube: https://www.youtube.com/user/davizew/videos

davi zews
Tudo Vai Mudar
Davi Zew's
davi zews
Os Dias D Glória
Davi Zew's
davi zews
Cruzando os Sete Mares
Davi Zew's

Eduardo Luiz de Paula Vieira

Contato: txaidu@gmail.com

Cantor, compositor e multi-instrumentista, influenciado pelos Beatles, Chuck Berry, Jimi Hendrix e Keith Richards, Du Txai traz em suas canções um pouco sotaque destes artistas misturado à poesia e a pluralidade da música brasileira. Atualmente encontra-se em gravação de canções inéditas, sob produção musical de André T, em Salvador-BA.

Com 20 anos de carreira completos em 2014, Du Txai é natural de Linhares, no estado do Espírito Santo, e criado em Porto Seguro. Já passou por cidades como Curitiba e São Paulo com diversos trabalhos, até fixar residência em Salvador. Na capital baiana desde 2005, já tocou com diversos artistas atuantes na cena como: Messias Bandeira, Rebeca Matta, Jô Estrada, André T, Jajá Cardoso, Letieres Leite, Carlinhos Brown, Preta Gil, entre outros.

Integra a formação atual da banda Cascadura desde janeiro de 2011, além de outros trabalhos como: Rock Forever (cover dos Beatles); Nganga (afrobeat) e Serpentina Eletric City (música baiana autoral).

***

Apresentações com bandas:

Cascadura (como guitarrista): Banda baiana com 22 anos de carreira e 5 discos lançados.

Projeto Música no Parque, Salvador (Jun 2014); Fervura Noise Festival, Feira de Santana (Mai 2014); Aniversário de Salvador, Palco Cajazeiras (Mar 2014); Carnaval do Pelourinho, lgo. Pedro Archanjo, Salvador (Mar 2014); Invasão Baiana – Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília (Fev 2014); Projeto Sanguinho novo, lgo. Pedro Archanjo, Salvador (Jan 2014); Projeto Inspire Music – Zen, Salvador (Dez 2013); Festival Alternativo de Lençois, (Nov 2013); Enprocult, Pelourinho, Salvador (Out 2013); “Cascadura +” com Scambo no Bahia Café Hall, Salvador (Out 2013) e com Cachorro Grande no Solar Boa Vista, Brotas, Salvador (Ago 2013); Festival de Verão, Salvador (Fev 2014) Festival Porão do Rock (Set 2012); Turnê do disco Aleluia – Camaçari, Feira de Santana, Cruz das Almas, Itabuna, Vitória da Conquista, Juazeiro, São Paulo e Florianópolis (2012 – 2013); Lollapalooza, São Paulo (Abr 2012); Sanguinho Novo, Pelourinho, Salvador (Jan 2011).

Cascadura (como baixista): Festival Brainstorm, Salvador (Nov 2011).

Carlos Eládio (como baixista): Músico remanescente do conjunto “Os Panteras” de Raul Seixas.

Palco da SECOPA – Imbuí, Salvador (Jun 2014).

Nganga (como guitarrista e vocalista): Trabalho autoral que mescla afrobeat, rock e outros gêneros da música popular da América Latina.

Diversas apresentações: Temporada no Europa bar, Virote Cultural – Solar Boa Vista, Varanda do Sesi, Visca Sabor e Arte, Dubliners Irish Pub (entre 2012 e 2014)

Ramon Cruz (como guitarrista): Ex Baterista de Daniela Mercury e compositor soteropolitano que tem trabalhos interpretados por Ivete Sangalo, Claudia Leite e Paula Fernandes, entre outros.

Temporada do show do disco “Amuleto” (2011 – 2012)

Rock Forever (como guitarrista): Banda cover dos Beatles soteropolitana, atuante desde 2009.

Com a festa “Beatlemania” no Groove bar (2010 – 2013); Festival de Verão, Salvador (2012)
Outras apresentações – B-52, Yatch Clube, Zen, Projeto Tamar (Praia do Forte).

Suinga (como baterista): Banda baiana que faz música inspirada no axé dos anos 1980.

Ponto FIAC (2012),
Diversas apresentações – Festival Suíça Baiana – Vitória da Conquista, B-23, Groove Bar, lgo Quincas Berro d’Água – Pelourinho (lançamento Revista Fraude), Tom do Sabor, World Bar, Sitorne, Estação Ed Dez (2009 – 2012)

Suinga (como guitarrista): Carnaval de Salvador, Circuito Osmar (2012)
Ponto FIAC (Dez 2013)

Little Susie (como guitarrista): Banda de rock clássico curitibana.

Diversas apresentações em Curitiba: Armazem bar, Porão bar, UFPR (entre 2005 e 2006)

Sergio Boré e Tambores Urbanos (como guitarrista): Percussionista Gaucho que tocou com Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e Luiz Melodia e seu grupo de percussão conhecido internacionalmente.

Temporada de verão em Arraial d’Ajuda (2002); Diversas apresentações em Porto Seguro e região: Wind Point Parracho, Beco, Platô, Casa de Tupan – Arraial d’Ajuda; Para-Raio – Trancoso; (todos entre 1998 e 2002).

Revolução Praiana (como guitarrista e vocalista): Banda de rock do extremo sul da Bahia, primeiro trabalho com composições autorais. Mudando mais tarde para São Paulo e mudando o nome para Phonosapiens e finalmente Zanga, até sua dissolução.

Apresentações em São Paulo: Funhouse, Festival de Rock de Carapicuiba, (Entre 2003 e 2005)
Verão Reggae Night, Reggae Night – Porto Seguro – Fechando o show do Planet Hemp (1999).
Diversas apresentações em Porto Seguro e região: Wind Point Parracho, Buraco Louco, Beco, Platô – Arraial d’Ajuda; Para-Raio – Trancoso; Mistura Fina, Mamagaya, Barramares, Axé Moi, Tôa Tôa – Porto Seguro (todos entre 1998 e 2002).

Banda Vuô (como guitarrista): Banda de axé formada em Porto Seguro por Litinho (guitarra baiana) e a turma do Jegue Elétrico.

Temporada no Carnaval de Porto Seguro (1997)

The Flies (como guitarrista): Banda de rock formada em Porto Seguro com influências de Beatles e Nirvana. Primeiro trabalho profissional.

Diversas Apresentações em Porto Seguro e região – Reggae Night, Boca da Barra, Barramares – Porto Seguro; Woodstock Bar – Sta Cruz Cabrália (todos entre 1994 e 1997)

Teatro:

CarAtapa (como guitarrista): Companhia de teatro de improviso que utiliza música incidental ao vivo nas apresentações.

Temporada no Gamboa Nova, Salvador (Mai 2014); Verão Coca-Cola (Jan 2014); Temporada no ICBA, Salvador (Ago 2013)

Leiturinhas Musicadas (como guitarrista): Grupo soteropolitano que monta espetáculos infantís com adaptações de textos de literatura clássica para criança.

Radio, TV e Internet:

-Bahia Meio Dia – TV Bahia (Ramon Cruz; Nganga; Leiturinhas Musicadas; Rock Forever – Beatles cover; Preta Gil e Carlinhos Brown)
-Mosaico – TV Bahia(Suinga)
-Multicultura – Educadora 107.5 (Suinga; Nganga; Leiturinhas Musicadas; Neila Alcântara; Alê Kali)
-Festa & Folia – Transamérica Salvador (Cascadura; Nganga)
-Lá em Casa Sessions (Cascadura)
-Soterópolis – Jô Estrada

Gravações:

-Video Clip da música “O Delator” do Cascadura com participação de Jajá
Cardoso, direção de Glauco Neves e Carlos Eduardo Faria – 2014.
-DVD da banda Rock Forever no Groove bar, Salvador – 2014.
-Participação na Faixa Dançando Agarrado (Motumbá) tocando guitarra baiana – 2013
-Album Aleluia – Cascadura – 2012.
-DVD da banda Rock Forever no Projeto Tamar, Praia do Forte – 2012.
-Participação na trilha do filme “Pra Lá Do Mundo” de Roberto Studart – 2012.
-Gravação da versão de “Madame Gente Fina” (de Luciano Salvador Bahia) por Neila Alcântara, que foi premiada como melhor intérprete com a mesma, no 6° Festival de Música da Rádio Educadora 107.5 2008
-Clipe da música “Coqueiro” – Suinga (até então Pangenianos) – Gravação do áudio, mixagem, bateria, guitarra, vocais e arranjo.

Indicações:

-Aleluia – Cascadura: Indicado ao MTV VMB (2012)
-Música “O Mergulho” – Indicada a Melhor Música no Festival Bahia de Todos os Rocks (2009)
-Músicas “As Calçadas” e “Aurora e Crepúsculo”: Finalistas do Festival de Música de Valença (1998)
– XII Festival de Música Educadora FM (música “Segredo” entre as 50 finalistas) (2014)

Du Txai
Segredo
Du Txai & Os Indizíveis

Eduardo Spínola Eça

Contato: dudaspinola@gmail.com

Duda Spínola atuou como guitarrista da banda Adão Negro, entre os anos de 2006 e 2013. Tendo gravado 3 cds (Pele Negra – 2007, Mais Forte – 2010 e Ao Vivo na República do Reggae – 2012), e algumas composições gravadas pela banda, entre elas: “Tudo em meu viver”, “Não vale mentir”, “Cara da rua”, “Time for loving”. Em 2012 lançou o seu primeiro cd solo intitulado “A vida me chama lá fora”, com influencias de pop rock, reggae, blues e mpb. O cd pode ser ouvido e está disponível para download gratuito no site oficial do artista: www.dudaspinola.com.br
A partir do inicio do ano de 2013 Duda Spínola iniciou uma série de shows de divulgação do seu trabalho, tendo tocado em diversas casas de show em Salvador, e em outras cidades como Feira de Santana, Cruz das Almas, Camaçari e Aracaju-SE. Ainda no ano de 2013 a canção “Highlight”, presente no cd “A vida me chama lá fora”, pareceria do artista com Sérgio Nunes (Adão Negro), foi uma das finalistas do Festival da Educadora FM. Em 2014 lançará uma web série na internet, na qual tocará em estúdio suas canções autorais, junto com artistas convidados. Duda Spínola prepara-se para gravar o seu segundo cd, ainda sem título, e com previsão de lançamento para 2015.

dudu spinola
A Noite
Duda Spínola
dudu spinola
Morena
Duda Spínola
dudu spinola
Só Você
Duda Spínola

Eduardo Lima Garcia

Contato:vedulimagarcia@hotmail.com

Em 2005 participei do UNIFEST – Festival de Música Universitária – chegando as finais
Participação do CD do UNIFEST com a música Brasileiro
Em 2006 participei novamente do UNIFEST.
Em 2006 fui convidado do Programa de Paulinho Boca de Cantor na rádio Metrópole.
Em 2010 entrei no curso de extensão de canto oferecido pela UFBA e fiz 4 semestres.
Nos ultimos anos venho fazendo eventos e tocando pelos bares da cidade, além de divulgar pela internet meu trabalho autoral.

Edu Lima
Brasileiro
Edu Lima
Edu Lima
O Olho Do Furacão
Edu Lima
Edu Lima
Negociata
Edu Lima

Alexandre José da Silva Santos

Contato: efeitomanada@gmail.com

Efeito Manada
Remédio
Efeito Manada
Efeito Manada
Esse Sonho De Voar (Ícaro)
Efeito Manada
Efeito Manada
Mande Um Sinal
Efeito Manada

Emerson Mendes Silva

Contato: emmersonleao1@gmail.com

1995. Composição “GOSTO DE MAÇÔtema da emissora de rádio ITAPUà Fm – Zé Paulo & Émmerson Leão
1995. Composição “MELÔ DO BARRADÃO” Émmerson Leão.
1996. Composição “VOCE” Émmerson Leão & Ricardo Chaves.
1994. Composição “DIGA QUE ME QUER” Émmerson leão & Gigi Cerqueira.

Émmerson Leão
Carnaval Baiano
Émmerson Leão

Enio Silva Nogueira

Contato: enioeamaloca@gmail.com

Paulistano de nascimento e criado na Bahia, o músico e compositor Enio faz parte da nova geração da música popular brasileira produzida na Bahia. Quando partiu do sudeste brasileiro, juntamente com sua família, Enio veio morar em um bairro de classe média de Salvador, em um condomínio predominantemente residido por brancos. Ainda criança, já conseguia enxergar o que estava a sua volta e criou laços com os meninos da favela do Bate-Facho que estavam do outro lado do muro. Desenvolveu, assim, uma visão híbrida da vida. A experiência vivida na infância inspirou o primeiro disco, Unidade móvel, lançado em 2007, sendo colocado pelo Jornal Correio entre os melhores do ano no cenário musical da Bahia, além disso, o álbum contou com participações de PJ, do grupo Jota Quest, Peu Meurray e Nancyta.

Começou aos 12 anos tocando em bandas covers do Iron Maiden e, ao mesmo tempo, tocava com o cantor do Olodum. Desenvolveu uma visão híbrida da música e hoje transita livremente, sem barreiras, nem preconceitos, numa fusão de diversas referências, timbres e conceitos. Como Compositor já teve suas músicas gravadas por Davi Moraes, Jau, Magary Lord, entre outros. Já integrou bandas como: Dois Sapos e Meio, Netinho, Funk Machine, Jau e Vendo 147 entre outras , e agora apresenta o som da diversidade. Enio já se apresentou nos mais diversos palcos como: Festival de Verão Salvador, Sesc Pelourinho, Sesc Casa do Comércio, Vaquejada de Serrinha, Festival Big Bands, Concha Acústica do Teatro Castro Alves, Festival Cordel Rock, Festival Grito Rock (Vitória da Conquista), Mostra + Contemporânea Funarte (BH), Carnaval de Salvador, Coliseu de Lisboa (Portugal), Festival Origem da Terra, Festival Arena 1, entre outros.
Apurando o olhar para boas oportunidades de negócio, Enio foi um dos primeiros artistas da classe independente a juntar-se a uma grande empresa para realizar uma parceria de sucesso. O “Music Card” possuía um código que permitia baixar uma música da banda na internet e, além disso, o usuário ganhava desconto na loja da marca parceira, Adidas. “Hoje seu produto precisa estar ligado a alguma coisa bacana”, pontua o vocalista que hoje tenta desenvolver uma visão empreendedora.
Nas redes sociais como Facebook e Twitter, os canais estão abertos para a continuidade do contato com os fãs, independente da agenda de apresentações do artista. Há conteúdos, como o vídeo “Eu ou melhor que você”, que são produzidos especificamente para o público nessas mídias. “Autogestão na música independente é vital”, oferece a dica.

Axé, nome do mais novo CD do músico e compositor Enio lançado no dia 21 de março, dialoga com a ancestralidade por sua letra e ritmo, onde representa a essência da Música Popular Brasileira. Para esse trabalho, o artista também faz uso de elementos eletrônicos, africanbeats, rock, soul e referências do pop. Com a influência de gêneros musicais fortes e a experiência de mais de 10 anos de carreira, o cantor foi construindo o repertório do CD que conta com uma lista de participações especiais. Inclusive, o CD já nasce com a bênção do Mestre Tom Zé, momento registrado num vídeo gravado no ensaio do artista.
Gravado nos estúdios Ministereo (Rio de Janeiro) e Estúdio T (Salvador), “Axé”, foi produzido por feras, como Jr Tostoi (produtor de discos de Lenine), André T (produtor musical de Pitty, Baiana System e Lucas Santtana) e Paulinho Rocha (produtor musical de Saulo), além do próprio Enio. “Estou em uma fase que começo tomar as redéas de maneira total do meu trabalho. Pois antes era Enio e a Maloca, apesar de eu estar na frente, era um grupo e respeitava todos que estavam ali junto comigo. Agora tenho autonomia total do meu trabalho e vivo um momento de realizações. Axé é um CD que respira a diversidade, um retrato de um momento lindo da minha vida, onde convidei amigos queridos e artistas que admiro muito. Já me sinto realizado por ter tanta gente competente compartilhando o seu talento comigo e feliz por que sei que tem um monte de gente esperando esse CD.”, revela.

A produção desse segundo álbum vem acompanhada de um projeto que inclui 3 videoclipes, já em produção e a preparação de uma turnê nacional, que passa por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Natal e Brasília. No segundo semestre, o músico inicia a turnê internacional, pela Flórida (USA), Toronto (Canadá), Barcelona (Espanha) e Paris (França).

Com direção musical de Enio (voz, guitarra, baixo e cavaquinho) em parceria dos músicos e produtores Paulinho Rocha (bateria, voz, pads e samplers), Bruno Aranha (teclado e samplers) e o DJ Mangaio (samplers e efeitos), o show traz um repertório com canções dos seus dois CDs, além de versões de autores que fazem parte das influências do artista. Quem assina a direção de arte é o artista plástico, Duardo Costa. O show tem o propósito de levar novas paisagens sonoras, bons encontros, plantando o bem e colhendo felicidades com o maior número de pessoas. #Axé.

Sobre Axé:

O CD Axé foi selecionado pelo edital Setorial de Música 2012, da Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB – e será lançado pela Guaxe Produções.

Axé, a primeira faixa do álbum, começa com a voz do maestro Letieres Leite (Maestro da Orquestra Rumpilezz) narrando o que é “axé” para ele. A música conta com arranjo de sopro de Hugo Sanbone executado pela Sanbone Pagode Orquestra e a mistura da percussão de Gustavo Di Dalva (percussionista de Gilberto Gil). A canção apresenta uma clara fusão da MPB, funk-rock e afro. A segunda, Akerê, é uma parceria com o artista Munir Hossn, onde Enio toca todos os instrumentos e acrescenta o beatbox (sons percussivos feitos com a boca), batidas eletrônicas, violões sintetizados e cavaquinho, tudo para dar leveza a letra que exalta a paz de espírito. A terceira faixa – C’est La Vie, é uma música que retrata o cotidiano de um soteropaulistano, com influência forte da Black music, ela traz elementos de sopros da Sanbone Pagode Orquestra mesclando com a bateria enfurecida do músico Emanuel Venâncio.

Primeiro encontro musical com o produtor Jr. Tostoi (um dos produtores mais celebrados da nova geração), a quarta canção – Meu Bloco – apresenta a raiz do novo CD, o diálogo com os tambores do Olodum, guitarras distorcidas e muito balanço. Para Enio, a música Batida Nacional, tem a cara do autêntico Pop brasileiro. Influenciada pelos mestres do samba-rock Jorge Ben e Tim Maia, com o toque da música eletrônica, ela ganha arranjo de sopro de Marcelus Leone. Santo Forte, nome da sexta canção, foi composta em parceria com o mestre Mateus Aleluia, trata-se de um afropop com uma mistura de guitarras a la Pepeu Gomes e Nile Rodgers, com o auxílio luxuoso de Peu Meurray tocando percussão.

Na sétima faixa, Deixa o Sol Brilhar, é um eletrosamba em homenagem ao pai do cantor que apresentou ao filho as lindas canções de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e Clara Nunes. Em Ao Meu Redor – oitava música do CD – tem a participação do cantor Saulo. Um som voz e violão na companhia do instrumento indiano chamado Harmonio, que sensibiliza a canção. Fora do Lugar, parceria com o amigo e produtor Paulinho Rocha, traz o griô senegalês Doudou Rose Thioune, introduzindo a música com um chamado no dialeto de sua terra natal que diz “povo que fora pode chegar”. A canção conta também com percussão de extrema sensibilidade do griô brasileiro Marcus Musk.

A décima faixa, Os Lados, apresenta um lado mais reggae ou ska e algumas melodias que leva ao som de Luiz Gonzaga. Nessa faixa Enio conta com a cozinha de uma banda incrível, a I.F.Á Afrobeat com Fabrício Mota (baixo) e Jorge Dubman (bateria), arranjos de sopro de Hugo Sanbone e a produção do André T como diz o refrão “um lado meu necessita muito de um lado seu”. Iluminado, talvez a música mais pop do disco produzida por André T que trabalhou como um artesão na busca de cada timbre e nos tambores adequados pra canção. Em Uma Parte do Todo, a voz marcante de Seu Jorge narra trechos da canção que fala de mudança: “pois estamos de passagem e o agora é só uma parte do todo, a cada passo tudo muda…”. Perto de Mim, a décima terceira faixa, é a música melancólica do álbum, que fala de saudade, sensibiliza e traz uma outra perspectiva do trabalho do compositor Por Um Triz, vem pra fechar o disco com toda alegria que ele foi feito. Mostra essa linha tênue que vivemos pra buscar a tal felicidade “Cansei de ser assim, me joguei por aí e nosso amor sem fim, por um triz!”. A canção ganhou uma mistura de ritmos como, blackmusic, rock, vocoder esquema daft punk e a bateria vigorosa de Victor Brasil.

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Meu Bloco
Enio
enio
Batida Nacional
Enio